FOME:
A FAO - Organização das
Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, AVALIA QUE O Brasil já cumpriu as
metas do milênio em termos de combate a fome. Segundo a FAO entre 1992 e 2013, o
número de cidadãos que passam fome no País foi reduzido de 22,8 milhões para
13,6 milhões. Em 1990, 15% da população nacional
passava fome. Hoje, essa taxa caiu para 6,9%. Esse volume de pessoas famintas
ainda é inaceitável. O governo FHC, teve início com a posse da presidência por
Fernando Henrique Cardoso, em 1 de Janeiro de 1995, e terminado em 1 de janeiro
de 2003, quando assumiu Luiz Inácio Lula da Silva. Fernando Henrique Cardoso
foi presidente por dois mandatos consecutivos. Suas principais marcas foram a
consolidação do Plano Real, a introdução dos programas de transferência de
renda como o Bolsa Escola, além de profundas reformas econômicas. 13. Em 09 de
janeiro de 2004, através da Lei 10.836, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
cria o Programa Bolsa Família, unificando quatro programas: existentes criados
por FHC. Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio Gás e as transferências do
PETI. Implanta, definitivamente, o Cadastro Único dos programas sociais do
governo federal; com a promessa de erradicar a FOME no Brasil; após 10 anos de
governo do PT. A fome continua, no geral existe elevado poder aquisitivo
resultado do crescimento na produção e trabalho, porem os famintos estão
presentes em todos os municípios Brasileiros. Uma em cada oito pessoas no mundo
passa fome, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.
A Insegurança Alimentar no Mundo causa um grande mal estar e desconforto para
milhões de famílias em situação de risco. Os desperdícios por parte de
produtores e consumidores estão levando a uma escassez de alimentos e
prejudicando severamente o meio ambiente. A crescente população mundial poderia
ser alimentada, se um terço dos alimentos produzidos não fosse desperdiçado. A
organização calcula que o desperdício de alimentos responde por emissões de 3,3
giga toneladas de dióxido de carbono e por um consumo de água equivalente a três
vezes o volume do Lago de Genebra, ampliando os danos à biodiversidade causados
pelo cultivo de uma única cultura. O custo econômico direto dos produtos
agrícolas jogados fora, excluindo frutos do mar, é de US$ 750 bilhões por ano,
quando medido com base nos preços de atacado, a atividade agrícola na América
Latina é a mais ineficiente na comparação com outras regiões do mundo, enquanto
os consumidores da Europa e da América do Norte foram apontados como os que
mais desperdiçam alimentos. Por outro lado, o levantamento feito pela
organização revelou que quase nada é desperdiçado pelos consumidores africanos,
mas os problemas crônicos nos processos de manuseio pós-colheita no continente
são quatro vezes mais propensos a provocar perdas. A Ásia industrializada
é a região que mais contribui para o desperdício de alimentos e a emissão de
carbono envolvendo a produção de itens não consumidos. A Europa responde por cerca
de 20% de cada, enquanto América do Norte e Oceania representam 9% de cada. A
entidade informou que a agricultura é responsável por cerca de um terço do
desperdício de alimentos e os consumidores são culpados por quase 40% do
excesso de emissões de carbono. A FAO pediu a governos e empresas envolvidas no
fornecimento de produtos alimentícios que melhorem sua auditoria sobre o
desperdício. Conforme a organização, as soluções devem variar de acordo com as
regiões e os produtos. Em alguns casos, o excedente produzido poderia ser mais
bem destinado a famílias necessitadas e, em outros, seria melhor não produzir tanto.
A safra 2013 será de 187,3 mi de toneladas, prevê IBGE, Segundo a Conab, volume
é 12,6% superior ao colhido na safra anterior, quando atingiu 166,20 milhões de
toneladas.
O desperdício é um grande mal a ser combatido com politicas públicas enérgicas, torna-se inconcebível que em um país com + de 13 milhões de famintos, dos quais muitos não tem teto se desperdice tanto alimento, as empresas que desperdiçam jogando fora deveriam serem multadas ou orientadas a doar estes alimentos em condições de consumo, diminuindo assim a fome dos necessitados e desassistidos pelas politicas publicas, muitos dos famélicos não são assistidos por nenhum dos programas de assistência e amparo.


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