quinta-feira, 3 de outubro de 2013

FOME, UM CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS


FOME:

A FAO - Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, AVALIA QUE O Brasil já cumpriu as metas do milênio em termos de combate a fome. Segundo a FAO entre 1992 e 2013, o número de cidadãos que passam fome no País foi reduzido de 22,8 milhões para 13,6 milhões. Em 1990, 15% da população nacional passava fome. Hoje, essa taxa caiu para 6,9%. Esse volume de pessoas famintas ainda é inaceitável. O governo FHC, teve início com a posse da presidência por Fernando Henrique Cardoso, em 1 de Janeiro de 1995, e terminado em 1 de janeiro de 2003, quando assumiu Luiz Inácio Lula da Silva. Fernando Henrique Cardoso foi presidente por dois mandatos consecutivos. Suas principais marcas foram a consolidação do Plano Real, a introdução dos programas de transferência de renda como o Bolsa Escola, além de profundas reformas econômicas. 13. Em 09 de janeiro de 2004, através da Lei 10.836, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva cria o Programa Bolsa Família, unificando quatro programas: existentes criados por FHC. Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio Gás e as transferências do PETI. Implanta, definitivamente, o Cadastro Único dos programas sociais do governo federal; com a promessa de erradicar a FOME no Brasil; após 10 anos de governo do PT. A fome continua, no geral existe elevado poder aquisitivo resultado do crescimento na produção e trabalho, porem os famintos estão presentes em todos os municípios Brasileiros. Uma em cada oito pessoas no mundo passa fome, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. A Insegurança Alimentar no Mundo causa um grande mal estar e desconforto para milhões de famílias em situação de risco. Os desperdícios por parte de produtores e consumidores estão levando a uma escassez de alimentos e prejudicando severamente o meio ambiente. A crescente população mundial poderia ser alimentada, se um terço dos alimentos produzidos não fosse desperdiçado. A organização calcula que o desperdício de alimentos responde por emissões de 3,3 giga toneladas de dióxido de carbono e por um consumo de água equivalente a três vezes o volume do Lago de Genebra, ampliando os danos à biodiversidade causados pelo cultivo de uma única cultura. O custo econômico direto dos produtos agrícolas jogados fora, excluindo frutos do mar, é de US$ 750 bilhões por ano, quando medido com base nos preços de atacado, a atividade agrícola na América Latina é a mais ineficiente na comparação com outras regiões do mundo, enquanto os consumidores da Europa e da América do Norte foram apontados como os que mais desperdiçam alimentos. Por outro lado, o levantamento feito pela organização revelou que quase nada é desperdiçado pelos consumidores africanos, mas os problemas crônicos nos processos de manuseio pós-colheita no continente são quatro vezes mais propensos a provocar perdas. A Ásia industrializada é a região que mais contribui para o desperdício de alimentos e a emissão de carbono envolvendo a produção de itens não consumidos. A Europa responde por cerca de 20% de cada, enquanto América do Norte e Oceania representam 9% de cada. A entidade informou que a agricultura é responsável por cerca de um terço do desperdício de alimentos e os consumidores são culpados por quase 40% do excesso de emissões de carbono. A  FAO pediu a governos e empresas envolvidas no fornecimento de produtos alimentícios que melhorem sua auditoria sobre o desperdício. Conforme a organização, as soluções devem variar de acordo com as regiões e os produtos. Em alguns casos, o excedente produzido poderia ser mais bem destinado a famílias necessitadas e, em outros, seria melhor não produzir tanto. A safra 2013 será de 187,3 mi de toneladas, prevê IBGE, Segundo a Conab, volume é 12,6% superior ao colhido na safra anterior, quando atingiu 166,20 milhões de toneladas.
O desperdício é um grande mal a ser combatido com politicas públicas enérgicas, torna-se inconcebível que em um país com + de 13 milhões de famintos, dos quais muitos não tem teto se desperdice tanto alimento, as empresas que desperdiçam jogando fora deveriam serem multadas ou orientadas a doar estes alimentos em condições de consumo, diminuindo assim a fome dos necessitados e desassistidos pelas politicas publicas, muitos dos famélicos não são assistidos por nenhum dos programas de assistência e amparo.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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