FUGA DO EXDIRETOR DO
BANCO DO BRASIL HENRIQUE PIZZOLATO
Em “Nota pública”, o
ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, , explica o porquê de
se mudar para a Itália, como adiantou o Correio do Brasil,
com exclusividade na noite passada. O documento
chega à Polícia Federal (PF) do Rio de Janeiro neste sábado. Pizzolato, em
carta aberta, reafirma sua decisão de, “consciente e voluntariamente fazer
valer” seu legítimo direito de liberdade “para ter um novo julgamento”. A fuga
do ex-diretor do Banco do Brasil (BB) Henrique Pizzolato condenado na Ação
Penal 470 a mais de 12 anos de prisão para a Itália, conforme adiantou nesta
sexta-feira o Correio do Brasil, Prova a sua culpa, Pizzolato busca o direito a um novo
julgamento, conforme previsto no tratado de extradição assinado entre os dois
países, “afastado de motivações político, como afirmou em nota pública
divulgada. A decisão do STF, de antecipar a prisão dos condenados no ‘mensalão’
nesses 15 de novembro. Causou um forte
impacto na vida do Sr. Pizzolato, que
sempre desfrutou de um padrão de vida invejável, com medo da prisão fugiu e
agora exilado por dupla cidadania busca um julgamento na corte suprema
italiana. As condições miseráveis dos presídios brasileiros também servirão de
argumento para que Pizzolato seja mantido na Itália; O STF está correto, estes
condenados não têm direito aos embargos infringentes, portanto devem ter a
liberdade cerceada com a restrição da liberdade.
O governo Dilma se empenhou na aceleração do processo:
interessaria a ela ‘liquidar’ agora esse assunto, para não criar ‘embaraços’
durante o período eleitoral. Governo (do PT é absolutamente dominados pelo
pragmatismo). “Mas há outras hipóteses”. Há, petistas que foram blindados ao
serem citados como envolvidos, daí porque o medo da Dilma, que isso em pleno
ano eleitoral atrapalhe as suas pretensões politicas de se manter no planalto.
Caso um tribunal italiano considere Pizzolato inocente, “terá
aí início uma das disputas jurídicas mais relevantes na história do Direito
brasileiro, será uma luta jurídica para provar a culpa de Henrique Pizzolato, que na sua defesa alega ter sido julgado pela
última instancia judiciaria do país. E que o dinheiro da Visanet, não é
publico. Mais um possível capitulo da impunidade no Brasil, onde o dinheiro
compra a sentença e leva os magistrados ao esquecimento, cabe esperar para ver
os verdadeiros resultados deste processo em curso.
Pr. João Batista de França filho
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